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Leia a Última Edição!

II Serie Volume 33 Number 11
November 2020

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  1- Factors of recurrence of intraepithelial lesions of the uterine cervix.

2- Duodenoscopy and endoscopic retrograde cholangiopancreatography (ERCP) in the diagnosis of biliary and pancreatic pathology.

3- Mephedrone (?Meow Meow?), The New Designer Drug of Abuse: Pharmacokinetics, Pharmacodynimics and Clinical and Forensic Issues

4- Natural history of fetal pyelocaliectasia.

5- Antidepressant drugs.

6- Erysipelas.

7- Pressure ulcer management--Evidence-based interventions.

8- Traumatic Brain Injury: Integrated Approach

9- Genital ulcers caused by sexually transmitted diseases: current therapies, diagnosis and their relevance in HIV pandemy.

10- Current management of gout.

11- Livedo vasculitis.

12- Tarlov's cyst: definition, etiopathogenesis, propaedeutic and treatment.

13- Antibiotic treatment of uncomplicated cystitis in non-pregnant women up to menopause.

14- Urolithiasis and renal colic. Therapeutic approach in urology.

15- Uterine inversion.

16- Surgical basic skills: surgical sutures.

17- Rhabdomyolysis.

18- Autoimmune lymphoproliferative syndrome.

19- Spondylodiscitis: which etiology?.

20- Autoimmune lymphoproliferative syndrome.

 
   

Letter to the Editor Regarding Torres-Costa et al “SARS-CoV-2 in Ophtalmology: Current Evidence and Recommendations for Clinical Practice”



Foi com extremo agrado que li o artigo “SARS-CoV-2 em Oftalmologia: Evidência Atual e Recomendações para a Prática Clínica”, publicado na sua estimada revista. E gostaria de contribuir com mais algumas reflexões.
O coronavírus já é conhecido e estudado em medicina veterinária, onde já foram descritos casos de uveites anteriores, coroidites e vasculite retiniana em felinos.
Já foram descritos relatos de casos de doentes com COVID-19 e com alteração na motilidade ocular extrínseca. Foi relatado um caso de um doente com paralisia do terceiro par craniano, que teve uma recuperação espontânea após sete dias de sintomas com diplopia. As alterações da motilidade ocular podem ocorrer devido ao aumento da pressão intracraniana ou devido a uma ação trombótica do vírus que possa causar a obstrução de vasos. Já é conhecida a existência de vírus que possuem ação neurotrófica, como o vírus da Chikungunya, que com a libertação de neurotoxinas pode levar a alteração da motilidade ocular, o que seria um mecanismo de ação a ser estudado para o SARS-CoV-2. Um relato de caso de um doente com COVID-19, alteração da motilidade ocular e aumento de anticorpos anti acetilcolina demonstram um possível mecanismo de ação autoimune, que também merece estudos adicionais.

Letter to the Editor available here (Portuguese only).