Homograft valves: is degeneration inevitable?

Endre Bodnar, William H. Wain, Donald N. Ross

Abstract


HOMOENXERTOS VALVULARES. SERÁ INEVITÁVEL A DEGENERESCÊNCIA?

Para poder concluir da eficácia a longo prazo, os autores analisam os resultados de 14 anos de experiência na aplicação de homoenxertos valvulares na posição aórtica. Dum modo geral, aceitam-se como vantagens as suas qualidades não termogénicas e o seu funcionamento hemodinâmico idêntico aos das primitivas válvulas, e como inconvenientes a dificuldade de obtenção, preparação e armazenamento, e a rápida degenerescência que poderá afectar o funcionamento do homoenxerto. E sobre esta degenerescência possível que incide a análise, pois a sua eficiência global ficou demonstrada em outro trabalho. Revifica-se que, em 14 anos se registaram apenas 1 embolismo, 90% tiveram infecção e 90% não tiveram consequências resultantes de técnica. A probabilidade de degenerescência em 14 anos foi de 41%, dando uma proporção de 59% livres de degenerescência. A probabilidade de não reoperação foi de 55 aos 14 anos, e a quase totalidade de reoperacoes tiveram como base a falência por degenerescência. Os autores concluem desta análise estatística de 14 anos de experiencia que a degenerescência não é obrigatória a longa distância, e que os bons resultados encorajam a continuação do uso de homoenxertos valvulares na posição aórtica.


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