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II Série Volume 34 Número 5
Maio 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Ectopia pancreática.

18- Ectopia pancreática.

19- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

20- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

 
   

Obesidade e COVID-19: Presente e Futuro



Com a chegada da COVID-19 à Europa e depois aos Estados Unidos, começou a avolumar-se a evidência que apontava a obesidade como uma das principais comorbilidades associadas a doença grave por COVID-19.
Um dos primeiros trabalhos sobre esta relação, que analisou as características e os outcomes clínicos de 383 doentes com COVID-19, na China, sugeria que os indivíduos com obesidade, em particular os do sexo masculino, tinham maior risco de desenvolver pneumonia grave. Estes primeiros indícios viriam a confirmar-se e atualmente a evidência sobre esta relação já é muito consistente. Uma revisão sistemática com meta-análise, que analisou um total de 75 estudos e 399 461 participantes de 10 países, mostrou que a obesidade aumenta o risco de resultado COVID-19 positivo em mais de 46%, de hospitalização em 113%, de internamento em serviços de Medicina Intensiva em 74% e de mortalidade por COVID-19 em 48%.

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