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II Série Volume 33 Número 10
Outubro 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

19- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

20- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

 
   

Estimativa do Excesso de Mortalidade Durante a Pandemia COVID-19: Dados Preliminares Portugueses



Introdução: Desde março 2020, Portugal tem sofrido os efeitos da pandemia COVID-19. A mortalidade por todas as causas aumentou em março e abril de 2020 comparativamente a anos anteriores, mas este aumento não é explicado pelas mortes reportadas de COVID-19. O objetivo deste estudo foi analisar e considerar outros critérios para estimar o excesso de mortalidade durante a pandemia COVID-19.
Material e Métodos: Utilizaram-se bases de dados públicas para estimar o excesso de mortalidade por idade e região entre 1 de março e 22 de abril, propondo níveis basais ajustados ao período de estado de emergência em vigor.
Resultados: Apesar da incerteza inerente, é seguro assumir um excesso de mortalidade observada de 2400 a 4000 mortes. O excesso de mortalidade encontra-se associado aos grupos etários mais idosos (idade superior a 65 anos).
Discussão: Os dados sugerem uma explicação tripartida para o excesso de mortalidade: COVID-19, COVID-19 não identificado e diminuição do acesso a cuidados de saúde. As estimativas efetuadas possuem implicações ao nível da comunicação de acções não
farmacológicas, da investigação científica e dos profissionais de saúde.
Conclusão: Da análise dos resultados é possível concluir que o excesso de mortalidade ocorrido entre 1 de março e 22 de abril foi 3 a 5 vezes superior ao explicado pelas mortes por COVID-19 reportadas oficialmente.

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês)