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II Série Volume 32 Número 9
Setembro 2019

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

19- Pancreatite aguda. Actualização e proposta de protocolo de abordagem.

20- Diferenças farmacodinâmicas e farmacocinéticas entre os SSRI: implicações na prática clínica.

 
   

Mania Induzida por Mirtazapina: Um Caso Clínico



O desenvolvimento de estados maníacos e hipomaníacos associado ao uso de antidepressivos é relativamente comum. Contudo, no caso da mirtazapina, este é um efeito secundário raro. Os autores descrevem um caso clínico de um episódio maníaco de características disfóricas, num doente sem antecedentes psiquiátricos pessoais ou familiares, com instalação duas semanas após início de tratamento com mirtazapina até 30 mg/dia. Uma vez suspensa a mirtazapina e iniciada olanzapina (10 mg) verificou-se remissão sintomática. A mirtazapina apresenta uma farmacodinâmica particular, sendo antagonista não só de recetores serotoninérgicos póssinápticos, mas também de recetores adrenérgicos pré-sinápticos α2. Neste sentido, colocou-se a hipótese de se tratar de uma síndrome noradrenérgica, caracterizada por disforia, irritabilidade, insónia e agitação psicomotora.
Palavras-chave: Antidepressivos Tricíclicos/efeitos adversos; Mirtazapina/efeitos adversos; Perturbação Bipolar/induzida quimicamente

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