| A INCIDÊNCIA DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL |
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A incidência do doente com Acidente Vascular no internamento do Serviço de Medicina nos Hospitais Distritais de Nível 1 e de todos os hospitais portugueses em geral, é grande e absorve grande parte dos recursos de espaço físico, de tempo dos cuidados das equipas de saúde e de gastos por serviço. |
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Ocorre em doentes de grupos etários avançados com situações patológicas polimorfas e crónicas que aumentam os riscos e agravam consideravelmente o prognóstico deste acidente, já por si grave. Fez-se um estudo estatístico retrospectivo dos casos internados no período de cinco anos, de 1990 a 1994, no Serviço de Medicina do Hospital Cândido de Figueiredo, em que se focam a incidência por anos, por sexos, taxa de mortalidade, AVC isquémico, hemorrágico e hemorragia cerebral, em separado. Estudaram-se no total, 647 casos a partir dos registos existentes no Hospital. O Acidente Vascular Cerebral do tipo isquémico, apareceu na percentagem de 91,8% na nossa casuística e a taxa de incidência em relação ao volume total de internamento foi de 10,44%, em média. Nesta casuística apareceu mais frequentemente no sexo feminino, tendo um pragnóstico mais grave neste sexo, com uma incidência de mortalidade mais elevada. A taxa de mortalidade do AVC isquémico foi em média, de 29,83%. Este tipo de doente exige do ponto de vista logístico, um grande número de camas, o apoio interdisciplinar dos: internista, neurologista, neurocirurgião, neuro-radiologista, fisiatra, geriatra, psicológico, assistente social, enfermeiras especializadas em reabilitação física. Palavra – chave: Incidência do AVC |
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