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II Série Volume 34 Número 12
Dezembro 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Utilização da valeriana nas perturbações de ansiedade e do sono: qual a melhor evidência?

17- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

18- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

19- Abordagem do síndrome vertiginoso.

20- Pneumonia Necrotizante – Uma Complicação Rara

 
   

Síndrome Metabólica em Portugal: Prevalência e Fatores Associados



Introdução: A síndrome metabólica consiste num conjunto de fatores que, quando associados, conferem maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2, constituindo um importante problema de saúde pública. O objetivo deste estudo foi estimar a prevalência desta síndrome na população portuguesa, e avaliar possíveis associações com determinantes demográficos e socioeconómicos.
Material e Métodos: Com base no primeiro Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico de 2015, realizou-se um estudo epidemiológico transversal numa amostra representativa da população portuguesa (n = 4797) entre os 25 e 74 anos. A prevalência foi estimada na população total e em cada sexo, estratificada por grupo etário, região de saúde, tipologia de área urbana, estado civil, escolaridade, situação profissional e risco de pobreza. A magnitude das associações foi medida pelas razões de prevalências ajustadas.
Resultados: A prevalência estimada foi de 33,4% (IC 95%, 31,7 – 35,1) na população portuguesa [35,6% nos homens (IC 95%, 31,9 – 39,2) e 31,3% nas mulheres (IC 95%, 28,5 – 34,2)]. Em ambos os sexos, a maior prevalência estava significativamente associada ao aumento da idade, a indivíduos viúvos/casados/unidos de facto e com menor escolaridade. Não se verificou associação com sexo, região de saúde, tipologia de área urbana, situação profissional ou risco de pobreza.
Discussão: Esta síndrome estava presente num terço da população portuguesa. O conhecimento da sua epidemiologia permite identificar grupos populacionais com maior risco cardiovascular e metabólico.
Conclusão: A síndrome metabólica estava independentemente associada a grupos específicos. Este conhecimento reforça a importância de uma avaliação holística dos determinantes de saúde associados à síndrome metabólica.

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