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Leia a Última Edição!

II Serie Volume 33 Number 11
November 2020

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  1- Factors of recurrence of intraepithelial lesions of the uterine cervix.

2- Duodenoscopy and endoscopic retrograde cholangiopancreatography (ERCP) in the diagnosis of biliary and pancreatic pathology.

3- Mephedrone (?Meow Meow?), The New Designer Drug of Abuse: Pharmacokinetics, Pharmacodynimics and Clinical and Forensic Issues

4- Natural history of fetal pyelocaliectasia.

5- Antidepressant drugs.

6- Erysipelas.

7- Pressure ulcer management--Evidence-based interventions.

8- Traumatic Brain Injury: Integrated Approach

9- Genital ulcers caused by sexually transmitted diseases: current therapies, diagnosis and their relevance in HIV pandemy.

10- Current management of gout.

11- Livedo vasculitis.

12- Tarlov's cyst: definition, etiopathogenesis, propaedeutic and treatment.

13- Antibiotic treatment of uncomplicated cystitis in non-pregnant women up to menopause.

14- Urolithiasis and renal colic. Therapeutic approach in urology.

15- Uterine inversion.

16- Surgical basic skills: surgical sutures.

17- Rhabdomyolysis.

18- Autoimmune lymphoproliferative syndrome.

19- Inflammatory breast cancer.

20- Autoimmune lymphoproliferative syndrome.

 
   

Uncertain Certainties: Upcoming Challenges in the Laboratory Diagnosis of COVID-19



Vivemos hoje na iminência de um dos invernos mais desafiantes para os sistemas de saúde mundiais. A atual pandemia da COVID-19 veio precipitar a necessidade de desenhar estratégias rápidas e eficazes no diagnóstico de infeções respiratórias. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2), a 3 de outubro de 2020, era já responsável por 34 495 176 contágios e 1 025 729 vítimas mortais. Antes deste, já as infeções víricas do trato respiratório eram anualmente responsáveis por morbimortalidade significativa em todo o mundo.
O SARS-CoV-2 é um vírus de RNA, que apresenta a estrutura típica dos betacoronavírus, com um genoma que inclui duas regiões não traduzidas (5’ e 3’), uma região conservada (ORF1ab) e quatro genes S, E, M e N, que codificam as proteínas estruturais spike, envelope, membrane e nucleocapsid, respetivamente. Após divulgada a sequenciação do vírus, foram desenvolvidos primers dirigidos a estas regiões, passando a ser possível a amplificação de ácidos nucleicos (AAN), para detetar RNA viral em amostras clínicas.

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