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Leia a Última Edição!

II Serie Volume 33 Number 11
November 2020

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  1- Factors of recurrence of intraepithelial lesions of the uterine cervix.

2- Duodenoscopy and endoscopic retrograde cholangiopancreatography (ERCP) in the diagnosis of biliary and pancreatic pathology.

3- Mephedrone (?Meow Meow?), The New Designer Drug of Abuse: Pharmacokinetics, Pharmacodynimics and Clinical and Forensic Issues

4- Natural history of fetal pyelocaliectasia.

5- Antidepressant drugs.

6- Erysipelas.

7- Pressure ulcer management--Evidence-based interventions.

8- Traumatic Brain Injury: Integrated Approach

9- Genital ulcers caused by sexually transmitted diseases: current therapies, diagnosis and their relevance in HIV pandemy.

10- Current management of gout.

11- Livedo vasculitis.

12- Tarlov's cyst: definition, etiopathogenesis, propaedeutic and treatment.

13- Antibiotic treatment of uncomplicated cystitis in non-pregnant women up to menopause.

14- Urolithiasis and renal colic. Therapeutic approach in urology.

15- Uterine inversion.

16- Surgical basic skills: surgical sutures.

17- Rhabdomyolysis.

18- Autoimmune lymphoproliferative syndrome.

19- Spondylodiscitis: which etiology?.

20- Autoimmune lymphoproliferative syndrome.

 
   

Lack of Personal Protective Equipment in Brazil



Foi com extremo interesse que lemos o artigo ”Proteção Facial e Respiratória: Perspectivas Atuais no Contexto da Pandemia por COVID-19” publicado no número de setembro de 2020 da Acta Médica Portuguesa, que pretende explicar e orientar as práticas corretas na proteção facial e respiratória aos profissionais de saúde no panorama da pandemia pelo SARS-CoV-2. O artigo conclui que a pandemia por SARS-CoV-2 é uma emergência de saúde pública de âmbito internacional, associada a consideráveis desafios sociais e económicos.
A Norma Regulamentadora brasileira 32/2005 presume que os equipamentos de proteção individual devem estar à disposição em número suficiente nos locais de atendimento. Porém, apesar de ser apoiada pela Lei, a realidade ideal não se aplica a vários centros de atendimentos de saúde no Brasil. Este facto estimulou-nos a escrever esta reflexão, pois, apesar dos profissionais conhecerem a eficácia dos equipamentos de proteção individual (EPI) e saberem como utilizá-los, muitas vezes não possuem acesso aos materiais nos postos de trabalho.

Letter to the Editor available here (Portuguese only).